segunda-feira, 17 de março de 2014

Monsenhor José Carlos apresenta seu Brasão e Lema do seu Ministério Episcopal

Na manhã de hoje, 17/03, Monsenhor José Carlos, bispo eleito para Divinópolis, divulgou seu Brasão e lema do seu ministério episcopal.


  
O escudo do brasão

A forma de coração sinaliza um amor oferecido generosamente a Deus, à Igreja de Jesus Cristo e ao rebanho confiado ao Bispo Diocesano.

A cruz grega, onde se leem os caracteres IC-XC e NIKA, sobre a qual o brasão é sustentado, simboliza a confiança em Jesus (IC) Cristo (XC) Vencedor (NIKA), em cujo nome e sob cujo poder o Bispo quer avançar, certo das vitórias sobre o Maligno e suas investidas na ação pastoral.

O galero verde ou chapéu prelatício, os cordões e as doze borlas verdessimbolizam a dignidade apostólica e dimensão peregrinante da fé e da missão.O Bispo é apóstolo peregrino como os Doze. São os elementos que apontam a identidade episcopal do brasão.
  
O conteúdo do brasão

A pedra preta à base interna do brasão representa a origem geográfica do Bispo, nascidoem Itaúna-MG, que, na língua tupi-guarani, significa pedra negra.

O vermelho representa tanto a origem eclesial do Bispo, que é a Igreja Particular de Divinópolis, cujo titular é o Divino Espírito Santo, como também representa os dois primeiros graus do Sacramento da Ordem, recebidos em festas litúrgicas vermelhas: o diaconato, em 1992, na festa dos Apóstolos Pedro e Paulo, e o presbiterato, em 1993, na festa de Pentecostes.

O vaso com chama representa a vocação orante da Igreja e o desejo do Bispo de que, como guardião da vida de fé, a Igreja que lhe é confiada seja sempre ardente e ardorosa na oração pessoal e comunitária e na intercessão orante e mútua dos irmãos.

A estrela azul, exatamente como uma das que inundam o manto azul da Virgem de Guadalupe, devoção mariana particular do Bispo, e da cor do manto da Virgem de Lourdes, em cujo dia ele recebeu a comunicação de sua nomeação como Bispo de Divinópolis, representa a devoção filial do Bispo à Virgem Santíssima, sob cuja sombra cresceu na sua comunidade de origem, ali invocada como Virgem da Piedade. A Maria, Mãe da Igreja, o Bispo confia seu ministério e sua Igreja, que tem como padroeira a Virgem Imaculada, e também para recordar o dia da ordenação episcopal, celebrada nas memórias dos títulos marianos de Nossa Senhora Auxiliadora e Nossa Senhora do Sagrado Coração.

O centro é tomado pela figura do Cristo, Bom e Belo Pastor, com coração ardente, que carinhosamente acolhe e aperta sobre o peito a ovelha, que contempla sua face e se aconchega entre seus braços. O Bispo quer ser próximo, ter cheiro das ovelhas, cuidar delas com amor. Com o olhar fixo no Bom Pastor, o Bispo quer cuidar dos que lhe foram confiados. E é este Cristo Bom que se quer anunciar, como início e fim da trajetória da existência humana, daí o livro das Escrituras com as duas letras gregas, alfa e ômega.A auréola fulgurante não apenas expressa a santidade e a divindade do Bom Pastor, mas, redonda como uma hóstia, quer sinalizar a Eucaristia, em torno da qual o Bispo quer construir e sustentar sua Igreja e seu rebanho.

O lema episcopal


Em latim “ASPICIENTES IN IESUM” (em português: “Com os olhos fitos em Jesus”) recorda três passagens da Escritura, nas quais o Bispo busca a certeza da proximidade de Deus na condução do seu ministério: Salmo 15,8 (“Ponho meus olhos no Senhor, com ele não vacilarei.”); Salmo 25,15 (“Meus olhos estão fitos no Senhor, pois Ele tirará meus pés das armadilhas.”) e Hebreus 12,2, donde se tira o lema: “Com os olhos fitos em Jesus, iniciador e consumador de nossa fé.”

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